Para aqueles que já estão acostumados a lidar com narrativas LGBT nas telas, Rafiki (2018) pode parecer apenas mais uma. O aumento da visibilidade dessas narrativas é um fato, no entanto, o protagonismo lésbico é um ínfima parte desses números, e ainda mais raros são os filmes que não objetifiquem o corpo feminino ou fetichizem o relacionamento entre duas mulheres. Dessa forma, Rafiki não é só importante por sua representatividade, mas também por sua sensibilidade em adentrar esse universo.
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