Mulher-Maravilha: trajetória de empoderamento

Mais de 70 anos foram necessários para Hollywood e, porque não dizer, o mundo entenderem que uma super-heroína poderia estrelar e fazer sucesso num filme baseado em histórias em quadrinhos. É claro que a escolha para tremendo buzz do público e da crítica não poderia ser outra senão a amazona mais conhecida dos nerds e do meio pop. Mulher-Maravilha (Wonder Woman, 2017) chegou aos cinemas com elogios rasgados dos espectadores, especializados em cinema ou não, bateu recordes em sua estreia para um longa-metragem dirigido por uma cineasta, foi um ponto de virada para a DC Comics após dois questionáveis filmes e, acima de tudo, trouxe o empoderamento feminino para um meio no qual elas não estão habituadas a serem ouvidas. É uma produção que pode não ser perfeita, mas merece aplausos por todos seus predicados.
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